{"id":158,"date":"2017-05-12T13:43:49","date_gmt":"2017-05-12T13:43:49","guid":{"rendered":"https:\/\/aconcaguaexpeditions.com\/portugues\/?page_id=158"},"modified":"2020-08-06T04:56:52","modified_gmt":"2020-08-06T04:56:52","slug":"doencas_montanha","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/aconcaguaexpeditions.com\/portugues\/medicinacerroaconcagua\/doencas_montanha.htm","title":{"rendered":"Doen\u00e7as de montanha"},"content":{"rendered":"<!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"158\" class=\"elementor elementor-158\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-section-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-06df733 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"06df733\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-row\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-14c1793\" data-id=\"14c1793\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-column-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b861a55 entry-title elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"b861a55\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<p class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Mal da montanha, lipotermia, doen&ccedil;as<\/p>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-be43ac2 entry-subtitle elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"be43ac2\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Aconc&aacute;gua na Argentina<\/h2>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-237dec4 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"237dec4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-text-editor elementor-clearfix\">\n\t\t\t\t<h4>Mal agudo de montanha<\/h4>\n<p>Existe uma sintomatologia muito comum que pode resultar muito perigosa e delicada que surge pela m&aacute; adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; altura e que &eacute; conhecida como mal de altura. Os signos deste mal aparecem a partir dos 2.500 e 3.000 m.s.n.m. Afetam na sua maioria aquelas pessoas que n&atilde;o est&atilde;o costumadas a viver nessas altitudes. A apari&ccedil;&atilde;o do Mal Agudo de Montanha (MAM) se baseia em dois princ&iacute;pios: na rapidez de ascens&atilde;o e nas condi&ccedil;&otilde;es nas que se realiza a mesma. Considera-se que os signos de m&aacute; adapta&ccedil;&atilde;o aparecem de 4 a 8 horas ap&oacute;s ter alcan&ccedil;ado uma grande altura e permanecer nela.<\/p>\n<p>Um bom montanhista nunca oculta seus signos de m&aacute; aclimata&ccedil;&atilde;o e reconhec&ecirc;-lo n&atilde;o deve ser considerado um fracasso. Muitas vezes &eacute; t&iacute;pico ter mal de altura nessas altitudes e se deve ser o suficientemente respons&aacute;vel para deter a marcha e reconsiderar uma descida. Ainda os maiores escaladores experimentaram ou sofreram esta afei&ccedil;&atilde;o. A fim de facilitar a detec&ccedil;&atilde;o deste mal foi estabelecida a seguinte tabela pr&aacute;tica, designando valores aos diferentes sintomas para determinar a gravidade do MAM.<\/p>\n \n<p class=\"text-left\"><n>1 Ponto<\/n><br>\n&bull; Dor de cabe&ccedil;a leve<br>\n&bull; N&aacute;useas o perda do apetite<br>\n&bull; Ins&ocirc;nia <br>\n&bull; Vertigem<\/p>\n<p class=\"text-left\"><n>2 Pontos<\/n><br>\n&bull; Dor de cabe&ccedil;a resistente &agrave; aspirina<br>\n&bull; V&ocirc;mitos<\/p>\n \n<p class=\"text-left\"><n>3 Pontos<\/n><br>\n&bull; Dispn&eacute;ia em repouso (falta de ar)<br>\n&bull; Fadiga anormal<br>\n&bull; Oliguria (falta de urina)<\/p>\n<table class=\"table\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" border=\"0\">\n<tr>\n<td class=\"tab0\">Pontua&ccedil;&atilde;o<\/td>\n<td class=\"tab0\">Defini&ccedil;&atilde;o<\/td>\n<td class=\"tab0\">Tratamento<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tab1\" id=\"color3a\">1 a 3<\/td>\n<td class=\"tab1\" id=\"color4\">MAM leve<\/td>\n<td class=\"tab1\" id=\"color3\">Aspirina ou paracetamol<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tab1\" id=\"color3a\">4 a 6<\/td>\n<td class=\"tab1\" id=\"color4\">MAM moderado<\/td>\n<td class=\"tab1\" id=\"color3\">Aspirina, repouso suspender ascenso<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tab1\" id=\"color3a\">Sobre 6<\/td>\n<td class=\"tab1\" id=\"color4\">MAM agudo<\/td>\n<td class=\"tab1\" id=\"color3\">Descida<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p>Todos os sintomas desaparecem com a descida. Caso de d&uacute;vida ou de persist&ecirc;ncia dos males, embora sejam moderados, &eacute; recomend&aacute;vel a descida para voltar a ascender mais lentamente facilitando a aclimata&ccedil;&atilde;o<\/p>\n<p>O mal agudo de montanha n&atilde;o deve ser ignorado nem dissimulado, com freq&uuml;&ecirc;ncia os primeiros sintomas s&atilde;o atribu&iacute;dos &agrave; incomodidade, mudan&ccedil;a da alimenta&ccedil;&atilde;o ou fadiga e s&atilde;o escondidos por medo a que sejam interpretados como signo de debilidade.<\/p>\n<p>O mal agudo de montanha pode afetar a qualquer montanhista, seja qual for seu estado f&iacute;sico, contextura, treinamento ou experi&ecirc;ncia e caso n&atilde;o se tratar a tempo pode derivar em edema pulmonar ou cerebral, acarretando inclusive a morte.<\/p>\n<p>De ser pos&iacute;vel, nunca deve deixar de consultar com um m&eacute;dico ou com quem pudera dar aten&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica.<\/p>\n<h4>Congela&ccedil;&atilde;o<\/h4>\n<div class=\"fr\"><p class=\"text-center\"><img style=\"margin:0 auto;width:80%;\" class=\"lazyload \" data-src=\"https:\/\/aconcaguaexpeditions.com\/wp-content\/themes\/aconcagua\/images\/congelamiento.jpg\"><\/p>\n<p class=\"imgcap text-center\">Mal da montanha, lipotermia, doen&ccedil;as<\/p><\/div><p>O princ&iacute;pio de congela&ccedil;&atilde;o apresenta sintomas muito particulares. Primeiro, nas partes expostas do corpo, o frio come&ccedil;a a produzir dor perante os golpes, depois todas as sensa&ccedil;&otilde;es desaparecem e uma esp&eacute;cie de anestesia se apodera da parte congelada. A pele come&ccedil;a a mudar a cor normal por um avermelhamento ou alvejamento da mesma, aparecem bolhas e um enegrecimento cont&iacute;nuo.<\/p> <br><br>\n\n<p>O lugar mais comum para as congela&ccedil;&otilde;es s&atilde;o as m&atilde;os, dedos, p&eacute;s e algumas partes do rosto. Por isso se recomenda ter e utilizar um equipamento adequado para as baixas temperaturas &agrave;s quais se est&aacute; exposto. Sempre devem ser usadas boas meias (secas) e botas duplas adequadas, um quebra-ventos de excelente desenho e material, passamontanha e por &uacute;ltimo luvas para as m&atilde;os com mitenes de alta qualidade se for poss&iacute;vel.<\/p>\n<p>Deve-se ter em conta que ap&oacute;s todos estes processos e da congela&ccedil;&atilde;o anterior, a pessoa afetada sentir&aacute; dor no corpo e &eacute; prov&aacute;vel que apare&ccedil;am infec&ccedil;&otilde;es. Recomenda hospitalizar &agrave; v&iacute;tima. De ser poss&iacute;vel, nunca deve deixar de consultar com um m&eacute;dico ou com quem pudera dar aten&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica.<\/p>\n<h4>Edemas<\/h4>\n<b>Edema pulmonar<\/b>\n<div class=\"fr\">\n<p class=\"text-center\"><img style=\"margin:0 auto;width:80%\" class=\"lazyload \" data-src=\"https:\/\/aconcaguaexpeditions.com\/wp-content\/themes\/aconcagua\/images\/edema_pulmonar.jpg\"><\/p>\n<p class=\"imgcap text-center\">Doen&ccedil;as de montanha &ndash; Subida Cerro Aconc&aacute;gua<\/p><\/div><p>Os signos do edema pulmonar se caracterizam por experimentar sensa&ccedil;&otilde;es de afogamento e uma respira&ccedil;&atilde;o ruidosa (borbulhando). Os l&aacute;bios e tamb&eacute;m com freq&uuml;&ecirc;ncia as orelhas tornam-se arroxeados ou azulados (cianose); pode existir expectora&ccedil;&atilde;o espumosa, &agrave;s vezes rosada. Estes sintomas podem se apresentar durante a noite, ap&oacute;s um dia de muito esfor&ccedil;o. Recomenda-se ter ao doente em posi&ccedil;&atilde;o sentado no entanto se busca ajuda.<\/p>\n\n<b>Edema cerebral<\/b>\n<p>O edema cerebral se caracteriza pela fadiga ou debilidade extrema, v&ocirc;mitos (freq&uuml;entemente violentos) e dor de cabe&ccedil;a agudo e persistente. Existe dificuldade para se manter de p&eacute;, padecendo vertigem e transtornos do comportamento. O coma chega rapidamente. &Agrave;s vezes n&atilde;o existe dor de cabe&ccedil;a sen&atilde;o simplesmente um grande cansa&ccedil;o e trastornos do equil&iacute;brio. Ambos casos de edema devem ser atendidos com urg&ecirc;ncia e resgatar &agrave; pessoa o mais r&aacute;pido como seja poss&iacute;vel. Os edemas s&atilde;o tratados em emerg&ecirc;ncia introduzindo &agrave; pessoa numa c&acirc;mara hiperb&aacute;rica, onde se trata de reverter os sintomas e manter at&eacute; que possa ser transladada a um centro sanit&aacute;rio para um cuidado mais espec&iacute;fico. Perante os primeiros sintomas, ou perante a suspeita dos mesmos, consulte o servi&ccedil;o m&eacute;dico do Parque ou avise o Guarda-parque.<\/p>\n<h4>Rea&ccedil;&otilde;es do corpo<\/h4>\n<p>Estar a grandes alturas durante muito tempo pode ocasionar transtornos digestivos (anorexia e dispepsias) e metab&oacute;licos (balan&ccedil;os cal&oacute;rico e prot&eacute;ico negativos); portanto &eacute; muito comum ter perda de peso (aproximadamente de 0,5 a 2 quilogramas por semana) num come&ccedil;o por lip&oacute;lise e a partir dos 10 dias por perda de massa muscular. O corpo tarda em repor essa perda de peso ao redor de tr&ecirc;s meses ap&oacute;s da ascens&atilde;o. Outras complica&ccedil;&otilde;es potencialmente perigosas s&atilde;o as hemorragias retinianas de altura, a trombose venosa e as psicose de altura, perigosas num entorno agressivo onde os erros podem ser pagados at&eacute; com a vida. De ser pos&iacute;vel, nunca se deve deixar de consultar com um m&eacute;dico ou com quem pudera dar aten&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica.<\/p>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mal da montanha, lipotermia, doen&ccedil;as Aconc&aacute;gua na Argentina Mal agudo de montanha Existe uma sintomatologia muito comum que pode resultar muito perigosa e delicada que surge pela m&aacute; adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; altura e que &eacute; conhecida como mal de altura. Os signos deste mal aparecem a partir dos 2.500 e 3.000 m.s.n.m. 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